quarta-feira, 16 de abril de 2014
Here we go...
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Quem conta um conto...
...acrescenta um ponto. Sempre ouvi dizer. Contudo, esse acrescento nem sempre se deve à falta de memória para a exactidão, nem sempre tem por base a necessidade de tornar o conto mais interessante, mais dramático, por vezes o acrescento é uma deturpação exagerada, que pode ser vergonhosa, quando deliberada ou causadora de muitos mal entendidos se inadvertida. Quando ouvimos um conto é (quase) impossível dissociarmos o que ouvimos da nossa perspectiva e da nossa bagagem, mas há quem se cole de tal forma a essa roupagem egoísta que não consegue ver a realidade como lhe é apresentada; de tal forma que cria um texto tão alheio à realidade que se torna o oposto do que acabou de ouvir. A cereja no topo deste mau bolo é quando essa perspectiva tão errada e esse conto tão deturpado são transmitidos a terceiros, que a recebem como verdade e fazem o seu próprio juízo de valor.quarta-feira, 24 de abril de 2013
25 de Abril
Se a democracia portuguesa fosse um ser humano teria (amanhã) o seu 39º aniversário.
Seria uma pessoa com formação académica, mas sem educação social; desempregada mas sem interesse em trabalhar fora da sua área, porque vive agarrada (e incentivada para) o seu grau académico; a viver com o apoio dos pais e sem inteligência financeira.
Se a nossa democracia fosse uma pessoa viveria à custa do que não é seu (sobretudo de créditos e empréstimos), a prometer e a projectar sobre o que não vai cumprir nem pôr em prática.
Se democracia do nosso país fosse humana, seria um indivíduo, contudo, teria um batalhão de filhos, que levaria por arrasto na sua vida desregrada, e pais que se afundariam para o ajudar.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Sem politiquice associada
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Já?!
Bem que me diziam que a vida foge e que é preciso aproveitá-la. Eis um arrependimento que não tenho. Se não aproveitei mais (até agora) foi porque realmente não pude. O que fiz foi sempre de todo o coração, com a alma completa e corpo inteiro. Agora é continuar, sempre um dia de cada vez, e tentar que não caia tudo porque, para já, está tudo (bastante bem para a idade) no sítio ;) hehehehequinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Tempo
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Pensar ou não pensar...?
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Fui eu?
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Gente desta
quinta-feira, 8 de março de 2012
Dia da Mulher
Só existem dias internacionais quando algo está errado com o tema que constitui a “celebração”. O Dia Internacional da Mulher não foge à regra.
Por todo o lado se vêem publicitações a festas, jantares, convívios, prendas, toda uma panóplia consumista e sem outro significado que não seja realçar a Mulher neste dia. E a Mulher nos restantes dias? E porquê o Dia Internacional da Mulher no dia 8 de Março?
Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias, que recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Quem pensa nisto quando se vai divertir para a discoteca com as amigas? Não defendo que devemos encarar este dia como um dia de luto e tristeza, mas acho que deveriamos agradecer e reverenciar estas e tantas outras Mulheres que deram a vida, a liberdade e o conforto para que as Mulheres de agora possam gozar da liberdade e dos direitos de que gozam. Direitos estes de que, tantas vezes, nem fazem uso. Tomamos por certo e pouco importante aquilo porque lutaram as nossas antepassadas.
Disto não faltam exemplos. O que mais vestem as Mulheres? Calças! Quem é capaz de dizer que, muitas vezes, se sente desconfortável por usar saia? Não recrimino, de todo; caminham melhor, sentam-se sem problemas de feminilidade, podem correr e não têm os seus passos travados. Mas alguém pensa nas que foram chamadas de sufragistas, discriminadas e humilhadas e até presas, por quererem usar calças? Na altura limitavam-se a usar um modelo algo estranho que consistia em apertar as saias compridas abaixo dos joelhos. Claro que podemos dizer que não passa de moda e não tem importância nenhuma. Abordemos, então, um direito que muito custou a adquirir e que hoje as mulheres desbaratam porque não lhes apetece sair, porque têm mais que fazer, porque não acreditam ou, simplesmente, porque preferem divertir-se em vez de participar nas decisões e no futuro do país. Falo do direito ao voto. Não esqueço um poster antigo que uma das minhas professoras (na Universidade) tinha na parede do seu gabinete. Tinha imagens exemplificativas que acompanhavam o seguinte texto: O que uma Mulher pode ser e não ter direito de voto – mãe, professora, médica, trabalhadora, (...); o que um homem pode ser e não perder o direito de voto – condenado, bêbedo, proprietário de escravos, demente, (...) E as Mulheres? O que fazem as Mulheres com este direito?
Sabia que as Mulheres continuam a ser discriminadas no trabalho? Fazem as mesmas, quando não mais, horas de serviço e ganham, em média, menos do que os homens. Nas entrevistas, ainda se pergunta se uma Mulher pretende engravidar, mesmo sabendo que este tipo de questão é proibida por lei.
Em casa, a Mulher continua a trabalhar. Quando foi a última vez que chegou a casa e se sentou no sofá a ver televisão antes de fazer trabalho doméstico? Porque não são as tarefas divididas? Porque será que quando há algum problema com os filhos estes e a responsabilidade competem à Mulher? Porque será que é a própria Mulher que critica a sua semelhante? Porque, caras(os) leitoras(es), a Mulher ainda se autodiscrimina. Porquê? Por vários motivos. Eu aposto na inveja; mas não vou desenvolver... Qual é a vossa opinião?
Porque será que nos arrepiamos com as atrocidades que são cometidas contra as Mulheres em todo o mundo, mas deixamos de pensar nisso logo que alguma trivialidade se nos apresenta e controla toda a nossa atenção? Porque nos encolhemos em vez de tentar saber o que podemos fazer, por menos que seja, para ajudar as Mulheres que continuam a ser mutiladas, em África? Sabia que, nos países Árabes, se uma Mulher for violada é presa por praticar sexo fora do casamento, ao passo que o criminoso continua a sua vida livremente? E o que dizer das Meninas chinesas que são mortas apenas porque nascem mulheres?
Até há bem pouco tempo, no nosso país, prevalecia a lei de “entre marido e mulher, não metas a colher.” Quantas Mulheres são violentadas, martitizadas, humilhadas e, em última instância, mortas, no seu próprio lar, ou no que deveria ser um lar. A sua vizinha pode estar a sofrer, mas você não vê. Porquê? Porque está metido(a) na sua vida e, no dia 8 de Março, vai dar/receber uma rosa e vai divertir-se com as suas amigas. E as Mulheres que abdicaram de tudo para você poder fazer isso?
Faça um favor a si mesma e abra os olhos para a sua semelhante. Faça uso dos seus direitos. Homenageie as Mulheres que lhe permitiram a liberdade de que goza. Acabe com o Dia Internacional da Mulher!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
O tempo voa

segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Crise (de mentalidade)

sexta-feira, 6 de maio de 2011
Será demais?
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Manifestação?!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Tired and done
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A change is gonna come
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Flavour
I was recently told life is pink and tastes of chocolate. It is rather an over-romantic dreamy line and a somewhat difficult to take seriously statement but the truth is… it got me wondering: what colour would I say my life is and what does it taste like? Well, I am tempted to say it is blue, but that would suggest sadness, or white, but that would imply blankness, so I have to admit I am still puzzled and undecided as to what colour my life is.
As for taste, well, that I know; it tastes of morning air. It may feel more like a smell rather than a taste, but I mean that dewy fresh feeling that rests on one’s throat after taking a deep breath on a beautiful spring morning while there is still a light fog, just above the grass line… that’s what my life tastes like.



